22/fevereiro/2012
TEBE registra redução de 60% no volume de acidentes durante o Carnaval
15/fevereiro/2012
Campanha de prevenção de acidentes durante o Carnaval alerta sobre os riscos no trânsito após o consumo de bebida alcoólica
26/janeiro/2012
Prefeituras recebem R$ 2,7 milhões por meio da arrecadação do ISS das praças de pedágio da TEBE em 2011
11/janeiro/2012
Campanha de prevenção de acidentes com animais na pista da TEBE orienta proprietários e motoristas
30/dezembro/2011
Praças de pedágio auxiliam na campanha de proibição de venda de bebida alcoólica para menores
A TEBE oferece condições de um tráfego mais seguro para os usuários. Conheça os serviços oferecidos aos motoristas.
As pistas estão ótimas. Os serviços prestados pela TEBE também são ótimos, continuem assim.
Feliz 2012.
Maria A. Honório
Rodovia ótima, não tenho reclamações.
Parabéns!
Elaine Maria Rossi
Gostei do atendimento do funcionário e do conforto dos veículos e da segurança no serviço do guincho.
Milton Eugênio
Quando o então governador do Estado, Mário Covas criou, em 1998, o programa de concessão rodoviária e os contratos foram firmados, havia neles a exigência de uma figura pouco conhecida no país: o Ombudsman.
Ombudsman na iniciativa privada, Ouvidor na pública, a nomenclatura não é importante, o que importa é porque o brasileiro, desconfiado, ainda não entende como pode uma pessoa que é paga por outra, defender seus interesses. O ouvidor defende o direito do cidadão, porém não os interesses pessoais de quem quer que seja.
De acordo com a Lei Estadual, 10.294, de 20 de abril de 1999, que estabelece normas básicas de proteção e defesa aos usuários dos serviços públicos, cabendo aqui as concessões rodoviárias, são direitos básicos do usuário: a informação, a qualidade na prestação do serviço e o controle adequado do serviço.
Para isso o Ombudsman ou Ouvidor existe. Ninguém é ouvidor, está ouvidor, porque é um cargo e não uma profissão, como a de jornalista, advogado ou psicólogo.
O papel do ouvidor, suas responsabilidades, ainda não estão claros para a sociedade. “Para que ouvir? Resolve alguma coisa?”
Ouvir para entender e analisar o processo e, dessa forma, apontar à empresa, sem pré-conceitos, o que é necessário melhorar. Apresentar os problemas despidos de qualquer julgamento ou culpa, é o caminho para que todos os envolvidos no processo tenham a oportunidade de melhorar e, em conseqüência, ganhe a cidadania.
E você, o que está fazendo pela cidadania? Essa é uma reflexão necessária pois, sem o cumprimento dos deveres, os direitos podem estar comprometidos e aí… ouvir para que?
Celia Morato
Assessora de Comunicação e Ombudsman